terça-feira, 26 de março de 2019

Weverton: Comissão de Infraestrutura do Senado ouvirá ministro sobre creches inacabadas

Senador Weverton Rocha no Plenário do Senado 

A Comissão de Infraestrutura (CI) do Senado aprovou, nesta terça-feira (26), requerimento do senador Weverton Rocha (PDT-MA) para ouvir o ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, sobre as obras inacabadas das creches e pré-escolas no país. Weverton quer que o ministro explique quando essas obras, que estão inacabadas ou paradas, serão retomadas.

Dados do Fundo Nacional da Educação (FNDE) mostram que em todo o Brasil são 860 obras inacabadas em creches, escolas e quadras poliesportivas. Só em São Luís existem hoje 32 creches não concluídas, aguardando recursos federais.

“Essas obras têm grande impacto social e o governo precisa priorizá-las. Sem as creches muitas mães não conseguem sair para trabalhar, porque não tem com quem deixar seus filhos”, lembrou Weverton. “Não é possível reverter este quadro reduzindo os investimentos para patamares inferiores ao mínimo estabelecido pela Constituição Federal”, criticou.

De acordo com Weverton, o Congresso Nacional tem o dever constitucional de fiscalizar a boa aplicação dos recursos públicos. “Queremos saber como estão sendo aplicadas as verbas disponibilizadas e os motivos de tantas obras estarem inacabadas. Nenhum estado escapa ao fracasso dos projetos. Isso tem que mudar”, afirmou. Fonte: Ascom/Weverton Rocha 


Justiça determina transferência de policial acusado de matar ex-namorada para cela especial

Segundo a defesa de Alisson Watson até o momento o ex-capitãO continua na Penitenciária José de Arimatéia, em Campo Maior a 80 km de Teresina.

Por André Nascimento, G1 PI

Penitenciária de Campo Maior /PI  Foto: Divulgação/Sejus 
A Justiça determinou que o ex-capitão da Polícia Militar Alisson Watsson seja transferido para uma cela especial, na penitenciária Irmão Guido. De acordo com a defesa dele, o pedido feito à Justiça foi atendido por que o acusado é ex-militar e possuiu curso superior. Alisson está preso acusado de matar e esconder o corpo da ex-namorada, a estudante universitária Camilla Abreu, em outubro de 2017.

Segundo Pitágoras Veloso, advogado de Alisson Watson, até o momento o ex-capitão continua na Penitenciária José de Arimatéia, em Campo Maior a 80 km de Teresina. “É uma situação de grande risco para ele, que trabalhou por cinco anos no Batalhão da Polícia Militar de Campo Maior. Está preso com pessoas que ele mesmo prendeu”, contou o advogado.

Ainda de acordo com o advogado, Alisson tem duas graduações: uma de licenciatura em Letras Portugues/Inglês e é bacharel em Segurança Pública. “O que pedimos não são regalias. É o direito dele, de acordo com o que reza na Lei de Execuções Penais”, disse.


Penitenciária Irmão Guido em Teresina - Foto: Gil Oliveira/G1

 
A primeira ordem para transferência de Alisson Watson aconteceu ainda no dia 14 de março, assinada pelo juiz Robledo Peres de Almeida. A decisão solicitava à Corregedoria da Polícia Militar que providenciasse a transferência do ex-capitão para o Presídio Militar de Teresina.

A decisão aconteceu dois dias depois de ele ser transferido para a penitenciária de Campo Maior. Antes, ele estava no Presídio Militar de Teresina, até que foi expulso dos quadros da Polícia Militar e do Piauí e perdeu a patente militar. A expulsão foi concretizada por um decreto assinado pela governadora em exercício, Regina Sousa, assinada no Dia Internacional da Mulher.

Já no dia 22 de março, a juíza Patrícia Luz Cavalcante determinou a transferência para Penitenciária Irmão Guido em regime especial. De acordo com a defesa do ex-capitão, até o momento ele continua na penitenciária de Campo Maior. Segundo o advogado de Alisson, após a transferência, a defesa deve tentar a transferência para o Presídio Militar.



Matrículas continuam abertas no Colégio Múltiplo com facilidades para alunos de Timon e Região dos Cocais

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segunda-feira, 25 de março de 2019

Vereadores questionam voto contra dado pelo colega Juarez Moraes pela não convocação do superintendente de Limpeza Pública de Timon

Vereador Juarez Moraes: governo, oposição ou independência

Alguns vereadores da oposição em conversa com o redator deste Blog Ademar Sousa, chegaram afirmar que ficaram sem entender o voto contra dado pelo colega Juarez Moraes em relação a proposição que decidiu pela convocação do superintendente Municipal de Limpeza Pública, Alexandre Luz, a fim de que esclareça na Câmara a questão do acúmulo de lixo em vias públicas e o atraso no pagamento dos garis e zeladoras nessa atual gestão do governo municipal. O questionamento se deve ao fato de Moraes estar quase de “malas afiveladas” para deixar a base do governo Luciano Leitoa e entrar de peito erguido na pré-campanha do seu irmão Jaconias Moraes rumo à disputa pela Prefeitura de Timon, em 2020.

 Eles acham que o vereador Juarez Moraes tem motivos de sobra no sentido de votar contra matérias de interesse do governo e, em desfavor da população timonense. Moraes foi traído e defenestrado da disputa pela presidência da Câmara ainda em 2018, sob a orientação do prefeito Luciano Leitoa que não lhe confiou a tal missão.


Câmara de Timon aprova convocação do Superintendente de Limpeza Pública e da Mega-On Soluções


Vereadores em pé votaram contra a matéria Foto: Ludwig Almeida 
Em sessão bastante tumultuada na Câmara Municipal de Timon marcada por troca de acusações e insultos, realizada na manhã desta segunda-feira (25), a oposição conseguiu aprovar duas proposições apresentadas pela vereadora Cláudia Regina contrariando aos vereadores da base política de apoio ao prefeito Luciano Leitoa naquele Poder. Nesse sentido, as matérias são desfavoráveis ao governo municipal, pois ficam convocados o superintendente Municipal de Limpeza Pública, Alexandre Luz e o diretor da Mega-On Soluções Ltda, Gilberto Campelo Lima. O primeiro, terá que explicar a questão da situação da falta de limpeza e entupimentos de bueiros e galerias que causam alagamentos por toda a cidade durante as fortes chuvas, assim como o atraso do pagamento dos servidores terceirizados. O segundo, no caso o representante da Mega-On Soluções Ltda, Gilberto Campelo Lima, responderá aos questionamentos dos parlamentares de oposição sobre o atraso salarial (leia-se terceirizados) em diversos órgãos da atual gestão de Luciano Leitoa.

Votaram contra a proposta da vereadora Cláudia Regina para a convocação do superintendente de Limpeza Pública e Urbanização de Timon, Alexandre Luz, os seguintes vereadores da situação governista municipal: Francisco Torres, Uilma Resende, Coca do Matapasto, Ivan do Saborear, Vavá Schalcher, Jair Mayner, Zé Carlos Assunção, Chagas Cigarreiro, Celso Tacoane e Juarez Morais. O resultado favorável à oposição ficou consumado com o voto de minerva do presidente da Casa, vereador Helber Guimarães. 

A Câmara divulgará as datas que os dois representantes. o do governo municipal e da empresa privada serão convocados para prestarem esclarecimentos em torno dessa situação questionada pela oposição.


Unidade do VIVA PROCON em Timon realizou mais de 42 mil atendimentos em um ano

Em um ano de atendimento, o local já vê a necessidade de ampliar os atendimentos devido à grande procura pelos serviços oferecidos


Na manhã desta segunda-feira (25.03), a unidade do VIVA/PROCON em Timon/MA,  realizou uma comemoração com funcionários e cidadãos para festejar um ano de inauguração. Neste período, foram realizados mais de 42.800 atendimentos. A unidade funciona no Cocais Shopping, no centro da cidade.

Estiveram presentes na solenidade o vice-prefeito João Rodolfo, o secretário da Casa Civil, João Batista, o vice-presidente da OBA Timon, Rafael Milhomem, além do coordenador do Viva Procon Timon, Daniel Coimbra.

“O VIVA/PROCON tem importante papel na garantia dos direitos dos cidadãos de Timon e, nesses 12 meses, há muito o que comemorar. Os timonenses podem continuar contando conosco”, afirmou o coordenador Daniel Coimbra.


A presidente do PROCON/MA e VIVA, Karen Barros, destaca a relevância da atuação do órgão por todo o Estado. “Nos últimos anos, houve uma grande expansão da rede VIVA/PROCON para os municípios, e neste aniversário de um ano da unidade de Timon, nós comemoramos dando continuidade à garantia de direitos e à prestação de serviços”, afirma a presidente.

A dona Valdenir Lima, moradora do município de Parnarama, veio até Timon trazer a mãe, dona Lídia Maria, 82 anos, para renovar a carteira de identidade. “Aqui é bem mais perto pra gente e o atendimento aqui foi muito bom. Eu me sinto feliz em poder vir aqui e ser bem atendida pelo pessoal”, disse.

(Com informações da Coordenadoria Geral de Comunicação – CGCOM)

'Parece briga de rua, precisa acalmar as bases', diz Mourão sobre Maia x Bolsonaro


Por Andréia Sadi


     
          O vice-presidente da República, Mourão — Foto: Reprodução/GloboNews

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse ao blog que o momento é de "colocar a bola no chão", ter calma e conversar para não prejudicar a reforma da Previdência e outros temas importantes para o país.

O vice respondeu ao blog quando perguntado sobre a crise entre o presidente Jair Bolsonaro e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

"Parece briga de rua. Precisa acalmar as bases. O momento é de clareza, paciência e determinação", disse.

Questionado como se resolve a crise, Mourão respondeu: "Conversando, né? Precisa conversar".

Ele afirmou que tem ajudado a "acalmar as bases", preocupadas com o impacto da crise política na agenda econômica – e que irá conversar com empresários nesta semana, em encontro promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Mourão esteve recentemente com o governador de São Paulo, João Doria, para discutir cenários.

Questionado se vai procurar Rodrigo Maia, ele disse ao blog que "não quer atravessar o presidente", mas que está "à disposição" para ajudar.



Rombo da Previdência do MA é de R$ 2 bilhões no Governo Flávio Dino




A Previdência do Maranhão acumula déficit de R$ 2 bilhões nos últimos quatro anos, equivalentes ao primeiro mandato do governador Flávio Dino (PCdoB).

Só em 2018, de acordo com dados da Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan) disponibilizados no Relatório Resumido de Execução Orçamentária do 6º bimestre de 2018, foi registrado um rombo de R$ 582,9 milhões.

O valor corresponde à diferença entre o que foi efetivamente arrecadado pela Previdência estadual (R$ 1.141.315.343,78) e as despesas empenhadas até o último mês do ano passado (R$ 1.724.234.974,82).

Nos demais anos do primeiro mandato do comunista, no entanto, os números também foram parecidos, e sempre negativos.

A série deficitária da Previdência estadual começou em 2015, após fechar com superávit de mais de R$ 92 milhões em 2014.

No primeiro ano da administração Flávio Dino, o rombo foi de R$ 543,1 milhões, seguido por novo déficit, em 2016, de R$ 553,2 milhões. Em 2017, novo rombo: de R$ 520,7 milhões.

Venda de imóveis – Durante a semana, O Estado revelou que uma das saídas pensadas pelo governo para minimizar o déficit da Previdência é vender mais de R$ 502 milhões em imóveis do Fepa. Para isso, já foram iniciadas tratativas com o Sindicato das Indústrias da Construção Civil do Maranhão (Sinduscon-MA).

Ao reagir a essa proposta, o deputado Adriano Sarney (PV) chamou atenção para o seu caráter paliativo. “Mesmo que consiga vender R$ 502 milhões em imóveis, o que é muito difícil em virtude do momento econômico atual, o governo comunista resolverá o problema de um ano da Previdência apenas. Ganha um fôlego para 2019. Mas e como ficará daqui pra frente?”, questionou.

O deputado César Pires (PV) também questiona a medida governista. E, para entender melhor os números, tentará convocar o presidente do Instituto de Previdência dos Servidores do estado do Maranhão (Iprev), Joel Benin, para que ele preste esclarecimentos à Assembleia Legislativa sobre o rombo do Fepa.

Para o parlamentar, o gestor estadual precisa explicar como o Governo do Estado vai assegurar ao funcionalismo seus direitos previdenciários. “Ano passado, na discussão da Lei Orçamentária Anual (LOA), já questionávamos o governo sobre o déficit no FEPA e quais medidas seriam tomadas para garantir recursos ao fundo previdenciário. O governo apresentou como solução a alienação de bens, mas até agora não informou que bens seriam esses, e agora vejo pela imprensa o Executivo admitindo que há um rombo no fundo, de onde tiraram mais de R$ 1 bilhão”, ressaltou César Pires. (Com informações de O Estado do Maranhão).