sexta-feira, 12 de junho de 2015

MADRUGADA DE TERROR E MEDO: Bandidos armados invadem UPA de Timon e assaltam funcionária

Bandidos provocaram mais uma madrugada de “terror” e insegurança na UPA de Timon

Prédio da UPA de Timon

Dois homens ousados armados de faca invadiram na madrugada desta sexta-feira (12), a Unidade de Pronto Atendimento - UPA, de Timon, entrando por uma janela que dá acesso a garagem daquela casa de saúde, causando uma verdadeira onda de medo e pânico entre funcionários e pacientes internados. Conforme apurou a reportagem deste Blog Ademar Sousa, no momento da invasão, um deles de arma em punho rendeu uma funcionária que se encontrava na sala de coleta e levou sua bolsa com todos os seus pertences. Enquanto um bandido aterrorizava no interior da UPA, o outro ficou do lado de fora dando cobertura ao comparsa.

Segundo relatos de funcionários, a vítima foi surpreendida pelo assaltante e gritou pedindo socorro aos colegas de trabalho. Em seguida, eles fugiram numa motocicleta seguindo rumo ignorado.  

Neste caso, a UPA de Timon parece que está entrando numa fase de declínio, além de uma fossa séptica estourada que jorra dejetos na rua ao lado incomodando toda a vizinhança daquela área, passou a receber “visitas” frequentes de bandidos durante a noite e madrugada. Nem o sono durante o repouso que todo funcionário plantonista tem direito não é mais o mesmo.  Sem dúvida,   isto caracteriza uma situação de absoluta falta de segurança para os funcionários daquela unidade de saúde, assim como para os pacientes.

Ainda na madruga de hoje (12), outra moto que se encontrava no estacionamento da UPA foi arrebentada por bandidos na tentativa de roubá-la.  Quanto à tentativa de furto de motos, não é a primeira vez que isso aconteceu, por sinal, já virou até rotina e deboche.

De acordo com uma fonte, a UPA não conta com vigilantes treinados para esse tipo de situação. Os funcionários contam apenas com a presença de um agente de portaria. E o mais grave, já teve noite sem a presença desse agente de portaria e,  com isso,  os funcionários plantonistas ficam entregues a própria sorte.


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