segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Realidade nua e crua: Alto Longá vira terra sem lei

       Igreja de Nossa Senhora dos Humildes, a padroeira de Alto Longá (PI)

Alto Longá, distante 80 km de Teresina, a capital do Piauí, está se tornando uma terra sem lei. Até bem pouco tempo era uma cidade pacata sem tantos problemas visíveis. De certo tempo para cá, a desordem, a violência e a frequente onda de furtos e roubos aumentou de forma assustadora deixando a população em estado de alerta geral.

Quase que diariamente são registrados assaltos à mão armada e arrombamentos em casas residenciais e estabelecimentos comerciais. A Polícia Civil está inerte diante dessa situação complicada. Existem poucos policiais e o plantão dado pelo delegado Paulo Pires uma vez ou duas vezes por semana deixa a desejar. Em Alto Longá, com a falta de eficiência do aparelho policial parece que as regras são ditadas pelos bandidos. Cada morador vive entregue à própria sorte. Lá, impera o tráfico de drogas e roubos de veículos entre carros e motos e até animais são levados das fazendas estabelecidas na zona rural do município. Na maioria das vezes, os crimes ficam sem soluções. Sem dúvida, isso estimula a ação dos bandidos sem punições rigorosas. 

OUTROS PROBLEMAS

Atualmente, o povo de Alto Longá sofre com a falta de segurança pública e de serviços capazes de resolver os problemas na área de saúde como um todo. Faltam médicos e medicamentos. Com isso, as pessoas doentes são obrigadas a procurarem as clínicas privadas (particulares), mesmo sem condições financeiras visando buscar atendimento médico. O Hospital Municipal José Vieira Gomes só serve para “cabide de empregos” e não tem resolutividade em nada no que diz respeito ao atendimento de quem o procura na busca de solução para amenizar a dor e o sofrimento dos doentes. 
                                                                        

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