terça-feira, 12 de julho de 2016

PR de Alto Longá lança a jovem Rejane Oliveira como pré-candidata a vereadora

Rejane Oliveira decidiu entrar na política partidária 
Em Alto Longá, a 80 km de Teresina, a capital do Piauí, não poderia ser diferente dos outros municípios brasileiros no tocante a política partidária. Assim, os jovens entre homens e mulheres decidiram participar de forma mais contundente do processo político eleitoral deste ano.

Um exemplo disso foi o lançamento da pré-candidatura a vereadora pelo Partido da República – PR, da jovem estudante Rejane Oliveira, de apenas 22 anos de idade, durante uma reunião que aconteceu no último domingo (10/7), no Povoado São Nicolau, na zona rural daquele município. O ato contou com as presenças de várias lideranças políticas, entre as quais, a presidente Municipal do PR, Patrícia Torres, e do pré-candidato a prefeito pela sigla, Belauto Bigode, além do empresário Chagas Bigode. O PR de Alto Longá já conta com duas pré-candidatas mulheres: Clizalda Rodrigues e Rejane Oliveira.

Rejane Oliveira representante jovem no PR 
Na ocasião, apesar de tímida, Rejane Oliveira fez um rápido discurso de apresentação sobre sua pré-candidatura à vereadora de Alto Longá, pelo PR. Em entrevista ao Blog Ademar Sousa, por telefone, na tarde desta terça-feira (12/7), Rejane Oliveira disse que o jovem não é um sujeito isolado do restante da sociedade como um todo. Para isso, precisa ter seriedade e coragem no sentido de enfrentar os obstáculos buscando apontar as soluções dos problemas de uma cidade e do seu povo.

“Considero de suma importância à participação dos jovens na vida pública de sua cidade natal e, sobretudo, de seu País. Desta forma, estou preparada para enfrentar esse desafio na minha vida. Sempre me interessei por politica partidária e, por isso, aceitei passar por essa nova experiência”, afirma Rejane Oliveira.

Para ela, o debate político está presente o tempo todo nos grupos de jovens, dentro ou fora da escola. Nas conversas de corredores das escolas, nos espaços das igrejas, nos bares, a todo instante os jovens estão partilhando suas vidas, comentando sobre problemas que atravessam seus cotidianos. Hoje, os jovens discutem suas ideias no âmbito das redes sociais: Facebook, WhatsApp, Twitter e Instragram, dentre outras existentes.  

VOTO FEMININO E A PARTICIPAÇÃO DAS MULHERES NA POLITICA PARTIDÁRIA

O decreto número 21.076 do ano de 1932 instituiu o voto feminino no Brasil. Há 84 anos, tal acontecimento foi um avanço, embora de maneira restrita, pois somente mulheres casadas, viúvas e solteiras com renda própria poderiam votar. Já em 1988, com a Constituição Federal do Brasil, a conquista ao voto das mulheres foi ampliada através do Artigo 5º, que defende a igualdade de direitos entre homens e mulheres.

Nas últimas três eleições houve uma maioria feminina da população eleitora. Em 2008, por exemplo, no universo de 130 milhões de eleitores, 51,7% eram mulheres. Essa maioria vem se mantendo estável ao longo dos anos. No pleito de 2010, elas somaram 51,8% dos 135 milhões de eleitores. Nas eleições de 2012, as mulheres representaram 51,9% dos 140 milhões de eleitores. Em 2014, os números permaneceram praticamente os mesmos da eleição anterior.

No entanto, segundo o Tribunal Superior Eleitoral - TSE, as mulheres ocupam baixos percentuais de vagas nos cargos eletivos no Brasil: 10% são ocupados por deputadas federais e 14% por senadoras. De maneira idêntica, essa situação se reflete nas Assembleias Legislativas Estaduais e nos poderes Executivos e em número ainda menor nas Câmaras de Vereadores.  

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