quinta-feira, 27 de abril de 2017

SECTIPAM decide fechar o comércio de Timon nesta sexta-feira (28) em apoio à greve geral


A diretoria do Sindicato dos Empregados no Comércio dos Municípios de Timon e Região Leste do Estado do Maranhão – SECTIPAM, decidiu que os comerciários irão aderir à greve geral em apoio a toda classe trabalhadora brasileira, em protesto contra as reformas Trabalhista e da Previdência, impostas goela abaixo pelo presidente Michel Temer (PMDB). Com isso, o comércio de Timon fechará as portas nesta sexta-feira (28), voltando ao normal no sábado (29).

O movimento de apoio à greve geral em Timon se fortalecerá com a união entre  as seguintes entidades de classe e os seus respectivos representantes legais:  Sindicato dos Empregados no Comércio dos Municípios de Timon e Região Leste do Estado do Maranhão – SECTIPAM( Presidente - Valdeilson da Costa e Silva, o Dedé do Povo; Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção  e do Mobiliário de Timon (MA)  -  SITRICOMTI (Presidente – Reginaldo da Rocha) e Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Maranhão – SINPROESEMMA(Coordenadora da Regional de Timon – Professora Amélia Leitão), dentre outras entidades que estão aderindo a paralisação.

O presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio dos Municípios de Timon e Região Leste do Estado do Maranhão – SECTIPAM, Valdeilson da Costa e Silva, o Dedé do Povo, disse ao Blog Ademar Sousa, que a concentração dos manifestantes grevistas está marcada para às 7h30mn em frente ao Terminal Rodoviário Governador Nunes Freire, em Timon. Logo em seguida, os manifestantes utilizando carros de som sairão em caminhada pela Avenida Presidente Médici (leia-se BR-316), indo até a Ponte da Amizade, na Avenida Piauí.  “Neste momento, é importante que cada trabalhador seja de qualquer área profissional tenha consciência da importância da paralisação geral como forma de protesto contra as reformas Trabalhista e da Previdência, impostas goela abaixo pelo Governo Federal derrubando direitos e conquistas dos trabalhadores na Constituição Federal de 1988. Vamos à luta”, conclama Dedé do Povo.


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