quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Monstrengo ultrapassado

Da coluna Estado Maior

Governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) 

Montada a dedo para ser uma espécie de fechamento de ano do comunista Flávio Dino, que ora ocupa o Palácio dos Leões, a entrevista publicada pela Folha de S. Paulo foi uma espécie de tiro no pé do próprio governador.

O que saiu da boca de Dino foi quase um libelo arcaico, com pensamentos tão ultrapassados quanto nocivos, desde a sua concepção de estado, passando pela ideia que tem de economia e desenvolvimento.

Dino chega mesmo a defender um Maranhão miserável, ao afirmar que só o estado pode fazer pelo cidadão.

“Ou o estado faz, ou ninguém faz”, declarou.

O pensamento político de Flávio Dino brotado da Folha de S. Paulo é algo medieval, feudal em todos os seus aspectos. Tanto que não demorou para que observadores e analistas políticos interpretassem o que pensa das coisas o comunista maranhense.

Para Augusto Nunes, da rádio Jovem Pan, ao defender seus ideais comunistas, Flávio Dino mostra-se “com a cabeça estacionada na metade do século passado”.

O site “O Antagonista”, um dos mais influentes de Brasília, foi mais longe e intitulou de “Parque dos Dinossauros” trecho da entrevista em que Dino defende a candidatura de Lula como única saída democrática das eleições em 2018.

Preso a vida toda em estudos e conceitos do juridiquês, que utilizou para passar em concursos de juiz, Dino está há pouco mais de 10 anos na vida política.

Mas mostra que seus anos de estudo se revelam agora uma fraude; e suas expressões, as mais singelas, se revelam arcaicas e patriarcais, totalmente distantes do mundo real e moderno.

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