quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Polícia cerca cidades vizinhas a Bacabal para tentar prender assaltantes de agência bancária


Na ação criminosa de domingo (25) contra a agência do Banco do Brasil, três bandidos morreram em confronto com a polícia. A estimativa policial é que R$ 100 milhões foram roubados da cidade do interior do Maranhão.

Por G1 MA — São Luís


Agência do Banco do Brasil ficou completamente destruída após ataque dos bandidos em Bacabal — Foto: Reprodução/TV Mirante

Bacabal e cidades próximas estão sendo monitoradas com forte esquema de segurança montado pela polícia do Maranhão para tentar localizar o bando que assaltou agência bancária do Bando do Brasil na noite do último domingo (25). A Secretaria de Segurança Pública do Maranhão (SSP-MA) acredita que o grupo criminoso que invadiu a cidade era composto por, pelo menos, 30 integrantes, e que alguns assaltantes ainda estão escondidos na região.

Na ação criminosa, um morador e três bandidos morreram. Outro morador foi atingido por disparo de arma de fogo, mas se recupera. A estimativa da polícia é que os bandidos tenham levado R$ 100 milhões e este dinheiro ainda não foi recuperado. Contudo, os policiais apreenderam cerca de R$ 3,7 milhões com moradores da cidade. Entre os oito presos por furto por terem recolhido dinheiro após a explosão da agência estão o policial militar do Piauí, André dos Anjos de Sousa, e um bombeiro militar da própria cidade de Bacabal, Luís Gustavo Lima Mendes. Na tarde dessa terça-feira (27), após prestar esclarecimentos o policial militar foi liberado e vai responder em liberdade.

“Vamos tipificar a conduta deles nesse momento como furto. O do Piauí foi autuado, o bombeiro do Maranhão está sendo autuado e isso é o primeiro momento de atuação por um fato. Mas nós vamos colocá-los no raio apuratório para saber o que eles, enquanto militares, faziam no perímetro de prática de roubo a banco”, declarou Jefferson Portela, secretário de Segurança Pública.

A cidade, nesta quarta-feira (28), já retomou a sua rotina com o comércio e escolas funcionando normalmente, o que não aconteceu nos dois dias seguintes ao assalto.

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