quarta-feira, 18 de dezembro de 2019

TIMON: Dezembro Vermelho mobiliza profissionais de saúde e a população no Parque Alvorada



Numa força tarefa em prol da conscientização e sensibilização da comunidade, profissionais de saúde concentram empenho em Timon na realização da Campanha Dezembro Vermelho, uma mobilização mundial na prevenção contra o HIV/AIDS. A Secretaria de Saúde (SEMS), por intermédio do Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), vem trabalhando nesse processo de mudança cultural, quebrando preconceitos da sociedade e visando a prevenção como o primeiro passo para cuidar da saúde. Na tarde de terça-feira (17), o Hospital do Parque Alvorada (HPA) foi um dos pontos de mobilização.


No ambulatório do HPA, testes rápidos de HIV e sífilis foram ofertados à população, além da entrega de preservativos masculino e feminino e de gel lubrificante. Também foi realizada uma palestra que abordou sobre prevenção e conscientização, uma forma de esclarecer dúvidas como: os riscos e formas de transmissão do vírus HIV, tratamento da AIDS e, principalmente, a diferença entre ter o vírus HIV e ter a doença AIDS.

Para a diretora do Hospital do Parque Alvorada, essa ação é de suma importância. Por dia, a média no hospital é de 200 a 250 atendimentos realizados. E, por conta desse fluxo intenso, é possível compartilhar a informação para um número maior de pessoas. "Se considerarmos que atendemos toda a demanda de Timon e cidades vizinhas, temos a convicção de que iremos atingir um grande público. Quanto mais gente conscientizada, maior o índice de prevenção." – diz Aline Fonseca.


Apesar do dia D de mobilização, no município de Timon, o trabalho de prevenção do HIV/AIDS é feito o ano inteiro. "Estamos trabalhando a prevenção de forma intensa. Orientando sobre métodos de prevenção, como o uso de preservativo combinado com o gel. É importante orientar à população que, para os casos de diagnósticos confirmados, o CTA faz todo o acompanhamento necessário do paciente. Para quem faz o controle correto do vírus, é possível conviver com ele e ter vida normal, sem transmissão do HIV" – frisa Benedina Silva Araújo, coordenadora do CTA.



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